Será que o exercício físico afeta o meu leite ou a minha capacidade de amamentar?

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Salvo raras excepções, a amamentação está indicada mesmo que a mãe adoeça. São poucas as doenças maternas em que se aconselha a interrupção do aleitamento materno, permanente ou temporária.

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A prolactina actua depois que a criança mama produzindo leite para a próxima mamada. A glândula pituitária produz mais prolactina à noite. Assim o aleitamento materno noturno é vantajoso na produção de leite.

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© Valuavitaly | Depositphotos.com

Uma grande vantagem da mamã que amamenta é que quando sai de casa com seus bebé não precisa levar leite, biberões e outros acessórios para alimentá-lo enquanto está fora. Além de mais saudável, é mais prático. Mas mesmo assim, muitas mulheres relatam que se sentem desconfortáveis em amamentar em público.

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O regresso ao trabalho é, sem dúvida, um momento vivido com grande ansiedade, tanto pela mãe como, e consequentemente, pelo bebé. São vários os motivos – legítimos – que fazem a mãe sentir-se assim… Como será o primeiro dia dele longe de mim? Como é que eu vou estar tanto tempo sem o meu bebé? E se ele não se alimentar bem? Vou ter de passar a dar-lhe biberão…

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Conservação do leite materno | Rede Mãe

Sendo que o melhor seria amamentar sempre o seu bebé reconhecemos que nem sempre é possível fazê-lo, sendo portanto, necessário refrigerar ou congelar o leite.
Convém lembrar que quando o leite é congelado acaba por perder algumas das suas propriedades nutricionais e imunológicas, no entanto, o seu leite é sempre preferível a outros leites. Deve guardar e descongelar o seu leite corretamente. Esta é única forma de garantir que a contaminação bacteriana é minimizada.

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Porque é que o meu bebé não pega no peito? | Rede Mãe

Amamentar pode ser uma das “tarefas” mais bonitas e inatas para a mãe e para o bebé, no entanto os relatos das dificuldades neste processo são muito frequentes.
Um dos principais benefícios da amamentação, e que raramente é alvo de referência, é a sua influência no sistema sensório-motor oral da criança. Ou seja, a amamentação está diretamente relacionada com o desenvolvimento das estruturas da face (ossos e músculos) e da boca (lábios, língua, dentes) e das funções neurovegetativas (respiração, sucção, deglutição e mastigação) associadas a estas. A articulação verbal está dependente da integridade e funcionalidade de todas estas estruturas, estando assim intimamente ligada com a amamentação.
A bibliografia refere unanimemente o peito da mãe como o meio que contribui mais positivamente para o desenvolvimento, promoção e funcionalidade adequada das estruturas orais, pois para além da sua forma anatómica o esforço exercido pelo bebé no peito é significativamente superior ao realizado nas tetinas.
A amamentação depende de muitos fatores externos ao bebé (leite suficiente, posicionamento correto, tipo de mamilo e ausência de fissuras etc.), vastamente listados na bibliografia e aqui na Rede Mãe, mas também de fatores internos, como: presença e adequação dos reflexos orais (busca, sucção, deglutição); coordenação destes com a respiração, isto é da coordenação sucção-respiração-deglutição; assim como das estruturas anatómicas do Recém Nascido (RN).

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O papel do pai na amamentação

A mãe e o bebé não devem ser considerados como os únicos intervenientes no processo da amamentação.
A existência de um ambiente favorável, de relações familiares, as influências da sociedade e a existência do apoio do pai são condicionantes importantes para o sucesso e para a longa duração da amamentação.
De facto, o aleitamento materno deverá ser entendido como um assunto do casal e não só da mãe e do bebé. Na realidade, muitas vezes os pais são afastados deste processo tão importante e fulcral para o desenvolvimento do bebé. Vários estudos concluíram que o reconhecimento do papel do pai como ativo no aleitamento materno é determinante não só para o êxito do aleitamento materno como também para a satisfação do casal.

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última atualização: Quinta-feira, 31 de Julho de 2014 13:39:19