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Doutora Carla Cardoso A co‑existência de bancos públicos e familiares de armazenamento das células estaminais do sangue do cordão umbilical,

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Atualmente, as famílias já podem saber o sexo do bebé com apenas 8 semanas de gestação, graças à evolução da ciência e, mais precisamente, da biologia molecular! Basta um exame de sangue simples da mãe, muito pouco invasivo e bastante rápido, pode antecipar com segurança alta o sexo do bebé. As famílias já podem conhecer o sexo dos seus filhos de forma segura, sem riscos para a mãe ou o bebé.

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Em Portugal o primeiro transplante com SCU foi realizado em 1994, no IPO de Lisboa, para tratar uma menina de 4 anos com uma Leucemia Mielóide Crónica. Também neste caso se recorreu ao uso de uma amostra de SCU que pertencia a um irmão da criança doente.

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As dúvidas dos pais acerca da criopreservação são naturais e, pois a necessidade de utilização das células estaminais é difícil de prever. No entanto, o potencial desta área é significativo e o número de doenças passíveis de serem tratadas, por recurso a estas células poderá aumentar muito no médio e longo prazo. A atribuição do prémio Nobel de Medicina em 2012 a dois investigadores da área das células estaminais é mais um sinal claro deste potencial.

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E o companheiro e pai do bebé? Como fica? Onde fica? Mesmo que esteja feliz, (porque está!) ao lado da companheira e a viver todos os preparativos ativamente, é uma altura em que o homem está muito ansioso e preocupado.

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A investigação do potencial do sangue do cordão umbilical neste tipo de doenças, que diminuem a qualidade de vida e que têm particular incidência na infância, abre enormes perspetivas à utilização de sangue do cordão umbilical em contexto autólogo.

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A grande maioria dos transplantes até agora realizados têm utilizado células estaminais hematopoiéticas mas, para além destas, há outras células estaminais com interesse terapêutico. São exemplo disso as células estaminais mesenquimais que se encontram no tecido do cordão umbilical, na medula óssea e no tecido adiposo.

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Em resumo, os resultados dos estudos com células mesenquimais do cordão sugerem que no futuro estas células poderão vir a ser usadas no tratamento de um conjunto alargado de doenças.

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última atualização: Quarta-feira, 22 de Abril de 2015 13:22:59